LOURO
(Laurus nobilis)


Os gregos antigos associavam o louro ao deus Apolo e usavam as folhas da planta para coroar os seus guerreiros. Depois, aqueles que se destacavam em competições esportivas é que passaram a receber a coroa. O louro ou loureiro pertence à família das lauráceas e é originário do Oriente Médio, na Ásia. É uma planta que vegeta em forma de arbusto (2 a 4 metros) ou de árvore (15 metros). É perene, podendo viver até 70 anos. Tem folhas em forma de lanças, verde-escuras e brilhantes na parte superior e verde-claras e opacas na inferior, com 5 a 10 cm de comprimento. As flores são amarelas. Os frutos são bagas ovais que, quando maduros tornam-se negros.
CLIMA E SOLO: Prefere clima com temperatura abaixo de 18 C durante todo o ano. No Brasil, em regiões subtropicais e a boa altitude, a cultura se desenvolve, mas raramente floresce e produz frutos. Os solos devem ser bem drenados, ricos em matéria orgânica, pelo menos medianamente férteis, abrigados de ventos fortes, geadas e receber luz solar.
PLANTIO: É feito em setembro pôr meio de sementes ou estacas.
COLHEITA: A cada dois anos, durante o final do verão ou do outono, é feita uma colheita parcial das folhas, que são secadas à sombra, em local com boa circulação de ar, para que se conservem verdes e com aroma inalterados.
UTILIDADES: As folhas de louro são usadas como tempero de alimentos, na culinária de quase todo mundo. Mas é preciso ir devagar, pois elas tem gosto forte e podem até intoxicar, se o cozinheiro exagerar no uso. É imprescindível sua presença em marinadas. Sendo um dos componentes do "bouquet garni", é seu "sabor helênico" que une o aroma das outras ervas de maneira perfeita. É usado em inúmeros pratos, nos peixes, carne vermelha e nos feijões. Têm propriedades anti-sépticas, estimulantes, sudoríferas, sedativas, além de combaterem a má digestão e o reumatismo.

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